sábado, 2 de maio de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

nOTÍCIAS aMBIENTAis




Trilobis 65 - uma casa subaquática

Muito se especula sobre as possíveis habitações do futuro. Arquitectos, engenheiros, designers e outros criadores multiplicam-se em propostas, umas mais realistas que outras. É curioso verificar que quase todas se orientam para o ambiente e a sustentabilidade e que as mais ousadas e mais interessantes têm com base os oceanos. Esgotada a Terra, vira-se o Homem para o Mar? O Trilobis 65 é uma dessas propostas e, embora promissora, não está ao alcance de todas as bolsas.
Quatro milhões de dólares é o preço estimado para esta habitação flutuante, cuja forma se baseia numa trilobite pré-histórica. No entanto, nada possui de pré-histórico, pois está equipada com as mais modernas soluções tecnológicas, especialmente no que toca à autonomia e produção de energia, assegurada por sistemas amigos do ambiente - células de combustível, solar, eólica. Alguma da tecnologia aqui aplicada foi desenvolvida em colaboração com a Agência Espacial Europeia.
O Trilobis 65 foi concebido pelo Giancarlo Zema Design Group em 2001 e não é o único nem o mais interessante projecto do famoso criador, com um vasto e imaginativo currículo nesta área. No fundo o conceito é bastante simples: uma forma oval de 20 metros de comprimento dividida em quatro níveis unidos por uma escada em caracol central. O nível inferior é uma generosa bolha de vidro que permite a observação subaquática e os níveis seguintes contêm as zonas de dormir, refeições, convívio e comando.
Um aspecto muito interessante na concepção deste iate/habitação é a possibilidade de se aglomerar com os seus semelhantes em torno de um embarcadouro adequado formando, no fundo, pequenos "bairros" ou comunidades. Para isso o desenho da popa tem uma forma semicircular que lhe permite encaixar-se no pontão redondo do embarcadouro. Sem dúvida um conceito de futuro.


Postado por Inês


Arquitectura sustentável na Malásia

Desde a construção das torres Petronas que a Malásia, e mais propriamente a sua capital, Kuala Lumpur, é referência na arquitectura mundial. Assim sendo, não surpreende ali vermos nascer mais alguns edifícios notórios. Só que, desta vez, o seu interesse não reside na altura - bem pelo contrário! - mas sim no facto de serem bons exemplos de arquitectura bioclimática e sustentável. Oito edifícios invulgares irão prolongar a frente urbana de Putrajaya, zona situada 30 Km a Sul da capital e conhecida como Precinct 4.

O projecto nasceu da colaboração entre o Studio Nicoletti Associati e uma firma local, a Hijjas Kasturi Associates, que elaboraram também todo o arranjo urbano da zona privilegiando a relação com o lago circundante. No entanto estes oito edifícios são, sem margem para dúvidas, a parte mais interessante de todo o conjunto.
A pequena altura e a transparência são, desde logo, os aspectos mais marcantes e a imagem global evoca vagamente ou propositadamente motivos navais, sejam barcos empilhados verticalmente exibindo o seu cavername ou uma frota de veleiros numa regata, razão porque o projecto já é conhecido como a frota de Putrajaya. Mas há também aqui algo de arquitectura islâmica, sugerido pela curvatura dos edifícios. E, no fundo, tudo se resume a habitações como outras quaisquer, que também incluem terraços, sombreadores, ventilação natural, envidraçados com espaços verdes, etc.
Fosse ou não procurada esta imagem, o que é certo é que ela resulta da introdução no desenho arquitectónico de novos elementos e novos problemas para resolver. Estes requisitos exteriores, chamemo-lhes assim, e as suas necessidades específicas, muitas delas de carácter tecnológico, são um estímulo e um factor importante de renovação da linguagem arquitectónica. Os autores deste projecto souberam fazê-lo com mestria.

Postado por Inês

NotíciaS AMBIENTAIS



O suíço Bertrand Piccard pretende provar que é possível viver sem petróleo ao realizar uma viagem de circum-navegação em redor da Terra num avião movido a energia solar, prevista para 2012.
«Podemos inventar um futuro diferente. Esta é a mensagem que toda a equipa do impulso solar quer transmitir. Queremos mostrar os progressos que podemos fazer usando as energias renováveis», explicou Bertrand Piccard - neto de Auguste Piccard, inventor do batiscafo (submarino para pesquisa em grandes profundidades) -, citado pelo IOL Diário.
«Podemos libertar-nos dessa dependência que destrói a nossa economia e a nossa indústria», acrescentou o aventureiro, que em 1999 se tornou no primeiro homem a dar a volta ao mundo em balão sem escala, considerando que «o verdadeiro êxito será contagiar o espírito pioneiro». O avião, que ainda não passa de um projecto, tem aproximadamente a mesma dimensão que o A380 (80 metros) e um peso de apenas 2 toneladas, cerca de 265 vezes menos que o JumboJet.
A equipa pretende, no entanto, construir um ainda mais pequeno, com 60 metros e 1,5 toneladas de peso que, na eventualidade de utilizar gasolina, gaste apenas um litro por hora. «Para toda a epopeia, desde o primeiro voo até a volta ao mundo, serão necessários três anos. Mas a volta ao mundo apenas durará dois ou três meses», observou Piccard, que irá pilotar a aeronave juntamente com o empresário André Borschberg.





Electricidade: Deserto do Saara podia abastecer a Europa

A proposta de criação de centrais solares no Norte de África poderia ser a resposta da Europa para reduzir as emissões de CO2 para a atmosfera.
"Todas as necessidades energéticas da Europa ficariam satisfeitas se apenas se aproveitasse 0,3% da luz solar que incide sobre os desertos do Saara e Médio Oriente", referiu Arnulf Jaeger-Walden, do Instituto para a Energia da Comissão Europeia.
A ideia passa por criar uma rede de captação e abastecimento energético, no deserto Saara, que através de cabos de alta voltagem e corrente contínua, poderiam abastecer a Europa. Esta rede energética teria de estar ligada aos países do Sul do Mediterrâneo que teriam de 'canalizar' a electricidade produzida em África para o Velho Continente.
De acordo com o "El Mundo", os painéis fotovoltaicos instalados no Norte de África para captação da luz solar poderiam gerar até três vezes mais electricidade.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O novo Blog da turma


No âmbito do concurso sobre Pedro e Inês, a nossa turma vai dar vida a um blog de seu nome das lágrimas.

Aqui irão ser colocados todos os trabalhos, projectos, textos, investigações, fotografias que acerca da temática em causa sejam passíveis de acrescentar valor ao blog a concurso.

A não perder.


Dê uma espreitadela a daslagrimas!

Já lá estão fotos dos famosos túmulos de Pedro e Inês em Alcobaça.


Logotipos Ambientais




Na aula de Educação Visual os alunos foram confrontados com um projecto de Comunicação Visual em que lhes foi proposto a criação de logotipo e imagem de marca para empresas ligadas ao Ambiente. Os nomes das empresas são também de sua autoria.

Aqui ficam alguns dos mais interessantes:


- ECOLOGIC

- LAE

- ECO-NATUR

- URBIENTE

- BIOTENTE

- NOVA ERA

- TREVOESTE

- AGROBIO

- SNATURA

- ECOSFERA

- BIOREZA


quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O World Trade Center no Bahrain - Arquitectura futurista do Século XXI



Este é o site do primeiro edifício do Mundo com capacidades energéticas autosustentáveis. Produz a sua própria energia pela captação da energia eólica dos ventos que são canalizados para três pás éolicas ligadas a tantos outros geradores eléctricos.

Uma obra de engenharia e Arquitectura Futurista de extrema complexidade!

O site altamente Ecológico da INHABITAT


Soluções vanguardistas com Design altamente ecológico e amigas do ambiente
A não perder!!!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

E se todos nós fossemos apenas ESTRELAS DO MAR?



Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
e em que o sono parecia disposto a não vir
fui estender-me na praia sozinho ao relento
e ali longe do tempo acabei por dormir

Acordei com o toque suave de um beijo
e uma cara sardenta encheu-me o olhar
ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar

Sou a estrela do mar
só a ele obedeço, só ele me conhece
só ele sabe quem sou no princípio e no fim
só a ele sou fiel e é ele quem me protege
quando alguém quer à força
ser dono de mim

Não sei se era maior o desejo ou o espanto
mas sei que por instantes deixei de pensar
uma chama invisível incendiou-me o peito
qualquer coisa impossível fez-me acreditar

Em silêncio trocámos segredos e abraços
inscrevemos no espaço um novo alfabeto
já passaram mil anos sobre o nosso encontro
mas mil anos são pouco ou nada para a estrela do mar


(...) qualquer coisa impossível fez-me acreditar (...)
Jorge Palma

do vosso D.T.

sábado, 15 de novembro de 2008

PROJECTO - Carro movido a vento


Já imaginou um carro movido a vento, que quanto mais circula mais energia tem para se mover?

o veículo, o inventor e a comunicação social

João Francisco Jesus, um inventor das Caldas da Rainha de 65 anos, construiu um protótipo para provar que é possível e só lhe faltam investidores para aperfeiçoar o modelo.

A fórmula é elementar. O carro tem duas turbinas na dianteira e ao mover-se gera energia, que é acumulada em baterias para alimentar o motor eléctrico. O funcionamento dos restantes equipamentos – luzes, limpa-vidros e piscas – é garantido por um painel solar aplicado no tejadilho.


Apesar das dificuldades em encontrar componentes que dessem corpo ao projecto, João Francisco Jesus conseguiu construir uma viatura experimental e demonstrar que a sua ideia tem pernas para andar. "Parece uma brincadeira de crianças, mas o carro anda e o sistema funciona, precisa é de ser aperfeiçoado", explicou o inventor ao CM.
Até chegar aos testes de estrada foi preciso um ano de trabalho e muita criatividade. O motor eléctrico saiu do sistema hidráulico de uma retroescavadora, a caixa de velocidades teve que ser adaptada e as restantes peças foram sendo retiradas de um velho Peugeot 205.

"Quando o mecânico me via entrar na oficina, levava as mãos à cabeça e perguntava: ‘Diga-me lá o que inventou desta vez!’", recorda João Francisco Jesus.

O resultado, no final, foi uma viatura que parece saída dos filmes de ficção científica, mas o inventor não está preocupado com o aspecto. O que o preocupa é o facto de os componentes serem ainda demasiado pesados para assegurar a autonomia do veículo. E dá o exemplo das baterias que deviam ser de lítio, mas cuja aquisição é demasiado dispendiosa e difícil. Com a patente registada, João Francisco Jesus aguarda agora por investidores que queiram associar-se ao projecto.

Pode ver aqui => NOTÍCIA na SIC o vídeo com a notícia que passou no jornal da noite da SIC sobre este carro e oseu inventor

ainda sobre este mesmo assunto:

João Francisco Jesus, 65 anos, está reformado da banca e tem uma empresa de construção civil. Mas é na oficina, a trabalhar nas invenções, que se sente como peixe na água. Os amigos têm sido fundamentais para o ajudar a dar corpo aos projectos. 42 MIL EUROSO protótipo desenvolvido pelo empresário foi apoiado "em 70 por cento" por fundos comunitários, através do SIUPI-Sistema de Incentivos à Utilização da Propriedade Industrial. Até agora, segundo João Francisco Jesus, foram gastos "perto de 42 mil euros".

A necessidade de peças que não existem no mercado obrigou ao improviso durante a construção do modelo experimental. As turbinas, por exemplo, foram criadas "com um tico-tico (máquina de cortar chapa) e uma pistola de rebites".
Retirado de Correio da manhã

Quando encontrei este tema encontrei também outra notícia sobre o mesmo projecto



O caldense João Francisco Jesus construiu o protótipo de um veículo que anda a energia eólica e energia solar. Segundo o inventor, o conceito de carros eléctricos é muito usual e por isso o seu sistema é tornar o veículo totalmente autónomo.

“Carros eléctricos há muitos, agora alimentá-lo sem andar com o fio atrás é difícil. Isso é que é importante resolver e eu tenho aqui a solução, porque se não houver vento, com a deslocação do ar há produção de energia e o carro anda”, descreve.“Este é um carro que quanto mais andar, mais autónomo se torna. Se fizermos uma viagem de cem quilómetros torna-se totalmente autónomo, nas condições em que está actualmente”, refere.

O caldense tentou colocar baterias mais resistentes e mais leves, mas teve problemas. “Para adquirir baterias de lítio, tive muitas dificuldades. Se precisar de uma não há problema, mas se precisar de duas tenho de dizer para que fim, mas se pedir mais do que duas não me vendem”, comenta, lembrando o custo elevado de cada uma das baterias. Ter essas baterias “seria o ideal”, já que nas viagens curtas e nas horas de ponta de tráfego automóvel dentro das cidades, as turbinas não se movimentam, logo “não geram corrente para recarregar as baterias”. Mas se tivessem baterias de grande capacidade de armazenamento, ou se houvessem mini centrais eólicas, como existem postos de combustíveis, “as pessoas podiam trocar as baterias e assim movimentarem-se normalmente”. Com esta condição, João Francisco assegura que é possível tornar o seu protótipo “totalmente autónomo”. Mas este carro além de ter as turbinas que sustentam a tracção do veículo, o sistema possui no tejadilho um painel fotovoltaico que gera energia para uma outra bateria, que é utilizada nas luzes, travões e buzina. João Francisco Jesus trabalha no projecto há um ano e dedica-se por carolice. “É uma ideia que não é nova. Imaginava um sistema destes e só com a prática é que fui conseguindo fazer. Cheguei a andar à noite, com a carrinha, com as turbinas em cima, a passear na Estrada Atlântica, não que tenha problemas em mostrar, mas como poderiam dizer que eu me tinha passado da cabeça preferi fazer os testes à noite”, relata.

O inventor antes de produzir este veículo tentou aplicar o sistema em outros carros, até produzir este protótipo de raiz com peças de um carro velho que comprou e de onde retirou a caixa de velocidades, a suspensão, o volante e outros materiais.

Segundo o criador deste projecto, “o sistema está criado, só precisa de ser desenvolvido e aperfeiçoado”.
Carlos Barroso
Retirado de jornal das caldas

Posted by Antonio nº5

RECICLAGEM - Política dos 3R

3r


Quando se trata um problema de controlo de resíduos é necessário que essa abordagem siga uma hierarquia:

1) Em primeiro lugar é necessário verificar se não será possível evitar a produção do resíduo, por exemplo utilizando produtos fabricados de forma diferente, ou prolongando o tempo de vida útil do produto.

2) Em segundo lugar é necessário verificar se não é possível encontrar uma nova serventia para esse produto, em que grande parte das suas propriedades ainda possam ser rentabilizadas, caso por exemplo de um pneu que seja recauchutado; grande parte dos materiais usados para o seu fabrico e toda a tecnologia vão ser aproveitados, apenas se acrescentando a borracha gasta durante o seu primeiro ciclo de vida.

3) Finalmente quando não é possível aproveitar grande parte do valor do produto podemos tentar a terceira alternativa, ou seja aproveitar a matéria prima que o constitui, em alguns casos para fabricar produtos idênticos, como no caso do usos de sucatas de aço para produzir perfis e chapas com características similares ao do produto original. Neste caso estamos perante uma operação que actualmente se denomina reciclagem.

Os três princípios constituem a conhecida sigla dos 3 Rs:
Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Dada a grande perda de trabalho e tecnologia incorporada na maioria dos produtos quando passamos da segunda para a terceira opção, importa aqui questionar-nos se os esforços necessários à implementação das duas primeiras hipóteses estão ser encarados de forma igual à actualmente dedicada à reciclagem.

Importa avaliar, antes de procurar uma solução para os resíduos, se estarão a ser desenvolvidos os necessários esforços para evitar a produção dos resíduos perigosos, pois como é do senso comum, a melhor forma de resolver um problema é evitar o seu aparecimento.

Se cada vez que um problema deste tipo surgir nos limitarmos a procurar medidas para a sua remediação, então estaremos de forma, porventura inconsciente, a contribuir para a perpetuação da situação.O uso das melhores tecnologias actualmente disponíveis em condições economicamente aceitáveis, permite fabricar produtos com elevada longevidade.

Não corresponde portanto ao avanço tecnológico o slogan implícito da nossa sociedade: "deite fora e compre novo".

Publicada por Sofia nº24
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Modernizar o AMBIENTE da nossa cidade



"A missão do Coimbra inovação Parque empresarial é o desenvolvimento e modernização do tecido empresarial da cidade de Coimbra e sua região através de acções de promoção, de criação e instalação de empresas de elevado conteúdo tecnológico, de consultoria e de formação orientadas para a inovação, desenvolvimento experimental e incorporação de novas tecnologias. (...) transformando Coimbra, em definitivo, numa referência entre as cidades do conhecimento europeias. Assim, os principais objectivos do Coimbra iParque são:

1. Criar condições de fixação de empresas de base científica e tecnológica, capazes de dinamizar a actividade económica, atraindo investimentos e criando emprego;

2. Promover a Inovação e contribuir para a fixação na cidade e na região do conhecimento gerado nas instituições científicas associadas e de quadros qualificados;

3. Trabalhar em rede com outras ofertas complementares na região centro, tirando partido das sinergias criadas com os vários parceiros empresariais e de I&D da região."


in: http://www.coimbraiparque.pt/---------------------------------------------------


Quando vi o anúncio deste site pensei que fosse um espaço verde com locais multimédia, cybercafés ou até mesmo um simples espaço verde com um nome bastante actual. Fiquei surpreendido quando me deparei com o projecto de um parque empresarial do "mais alto nível" a ser construído na nossa cidade. Através do site podemos realizar várias operações tais como: acompanhar o desenvolvimento do iparque,saber alguns dos projectos mais importantes ou até mesmo ficar a conhecer as empresas que se vão instalar neste centro empresarial. Resta-me apenas chegar à questão principal para o meu trabalho como aluno de área de projecto: o impacto ambiental. Sendo então este um parque para empresas de tecnologias avançadas espera-se que a preservação do ambiente seja tida em conta (especialmente por causa dos espaços verdes e de lazer que são mencionados no site.)


Se quiserem ficar a saber um pouco mais sobre o iParque visitem:



Cumprimentos

Fragoso

Postado por João Fragoso nº12

18 Regras de Poupança Ambiental

O tema do meu grupo de AP é baseado no marketing e na poupança dos recursos.

Aqui estão algumas dicas para os poupar:
  1. • Sempre que possível desligue o ar condicionado e abra a janela para se refrescar.
  2. • Reduzir a velocidade significa poupar combustível.
  3. • Opte pelos transportes públicos em substituição do automóvel e se possível pelo metropolitano que é menos poluente. Em distâncias mais pequenas prefira ir a pé ou de bicicleta.
  4. • Aproveite o calor do sol e seque a roupa no estendal em vez de utilizar a máquina, poupando assim energia eléctrica.
  5. • Se diminuir a temperatura da máquina de lavar roupa pode poupar mais de metade da energia.
  6. • Active a função de poupança nos computadores fazendo com que este se desligue automaticamente ou passe para o modo de espera quando não está a ser utilizado.
  7. • Não abra a porta do frigorífico demasiadas vezes para a energia não se dispersar. Poupa electricidade e protege o clima.
  8. • Desligue os carregadores dos telemóveis e i-pods da tomada depois carregados caso contrário estão a consumir energia.
  9. • Desligar os aparelhos eléctricos no botão em vez de os deixar no modo stand-by contribui para a poupança de cerca de 45 euros por ano em electricidade.
  10. • Ao escolher lâmpadas economizadoras em vez de lâmpadas incandescentes pode estar a poupar 60 euros por ano.
  11. • Apagar sempre as luzes quando não estão a ser necessárias não só protege o clima como poupa cerca de 60 euros por ano.
  12. • Coloque as pilhas usadas num pilhão. A reciclagem poupa recursos naturais e evita que os componentes nocivos das pilhas poluam o ambiente. Preferencialmente use pilhas recarregáveis.
  13. • Prefira papel reciclado e utilize os dois lados das folhas. Está a evitar o abate de árvores, a poupar água e energia.
  14. • Dê os brinquedos, livros e roupas que já não usa e que estão em bom estado, promovendo a reutilização de materiais e reduzindo o lixo que é produzido.
  15. • Opte por duches rápidos em vez de banhos de imersão e não se esqueça de fechar a torneira enquanto se ensaboa ou mete o champô. Faça o mesmo quando está a escovar os dentes.
  16. • Regule o autoclismo para níveis mínimos de descarga (6 litros).
  17. • Utilize máquinas de lavar roupa e loiça apenas com a carga cheia.
  18. • Regue as plantas e o jardins de manhã cedo ou à noite evitando as horas de maior calor porque se perde água por evaporação. Opte por regadores em vez de utilizar a mangueira e sempre que possível reaproveite para a rega a água de lavagem dos legumes e fruta.

por Beatriz nº6

Espécies em Vias de Extinção


Actualmente, por toda a Terra, as espécies estão a desaparecer a um ritmo cada vez maior. A actividade humana foi eleita como sendo a principal responsável deste facto.
Os seres humanos utilizam deliberadamente outros mamíferos para a obtenção de alimento, calçado, leite, vestuário, armas, ferramentas, óleo, etc.. Desta maneira, ao aprendermos a matar seres vivos como fonte de alimento, comércio ou desporto, estamos a alterar com frequência, os ambientes naturais de certas populações.
A destruição de muitos habitats, por abusos ambientais tais como a poluição, é considerada, nos dias de hoje, um dos maiores problemas ambientais causados pelo Homem.
Muitas leis protegem a vida e as terras selvagens em todo o mundo, mas o problema reside na aplicação efectiva da lei.
A reprodução em cativeiro nos jardins zoológicos pode auxiliar algumas espécies em perigo. Por outro lado, estes têm a importante função de educar o público acerca da destruição dos habitats e do desaparecimento das espécies.
Todos os seres vivos têm o direito a existir e nós temos o dever de manter e criar condições para a sua preservação. As atitudes humanas não se devem basear apenas em objectivos económicos, utilitários ou recreativos face aos animais e às plantas.
. por- Ana Sofia nº4

sábado, 1 de novembro de 2008

Reciclar consumíveis informáticos


na Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Reciclagem de consumíveis informáticos

Muitos dos consumíveis e sub-produtos informáticos são uma crescente fonte de poluição e toxicidade ambiental. Existem diversos processos de reciclagem e regeneração destes produtos que é importante conhecer.Na última década o número de computadores pessoais (PC) vendidos, quer para o mercado doméstico quer para o mercado empresarial, cresceu exponencialmente. Embora não existam dados precisos, em 1995 estimava-se que o nº de unidades vendidas ultrapassava, há muito, o milhão. Tendo em conta que, em média, para um computador existe uma impressora, é fácil avaliar a quantidade de consumíveis que diáriamente são erradamente desperdiçados nos nossos caixotes do lixo. A estes poderemos ainda juntar um nº elevado de tinteiros e cartuchos de faxes de jacto de tinta e toner, assim como cartuchos de toner das fotocopiadoras.
Todos estes materiais possuem elevados riscos ambientais sendo necessário proceder à sua separação dos restantes lixos e à sua incineração para diminuir esta periculosidade. Ora o que vulgarmente se constata é que são colocados nos caixotes do lixo dos nossos escritórios juntamente com o restante lixo! A maior parte dos consumíveis de informática podem ser reciclados e regenerados, nomeadamente as cassestes de fita de nylon, os tinteiros de jacto de tinta e os cartuchos das laser. A reciclagem destes produtos consiste na sua limpeza e no seu reenchimento com tinta ou com toner adequado à sua função, enquanto que a regeneração visa prolongar a sua vida útil, mantendo a qualidade de impressão e passa pelas anteriores fases, além da substituição de peças danificadas ou de maior durabilidade.Por exemplo, no caso dos cartuchos das laser, o recarregamento deve ser efectuado uma única vez devido à elevada taxa de avaria, aconselhando-se a regeneração por ser mais fiável e permitir um melhor desempenho da impressora.
Em média, qualquer destes consumíveis pode ser reciclado/regenerado entre 10 a 50 vezes. Assim, mesmo tendo em conta que um dia terão de ser incinerados devido ao desgaste natural ou alguma avaria, teremos reduzido consideravelmente a quantidade de lixo tóxico, assim como, por exemplo, a quantidade de plástico produzido para a sua fabricação. Além de todas estas vantagens ambientais, o consumidor beneficia de uma outra vantagem que é a redução no preço do consumível, a qual se situa entre 30 a 50 % do valor de um novo.Em Portugal já existem empresas que se dedicam a este tipo de actividade, embora seja ainda diminuta a percentagem de consumíveis reciclados (cerca de 1%), quando comparada com os Estados Unidos (mais de 40%) ou a Alemanha (mais de 20%).Nos Estados Unidos a Comtek disponibiliza um serviço de reciclagem de tinteiros de jacto de tinta, algo inovador. Esta empresa comercializa uns pacotes pré-franquiados que permitem ao consumidor expedir o tinteiro para as suas instalações e tê-lo de volta já reciclado nas próximas 24 horas. Garantem que todos os tinteiros são testados após a reciclagem e caso estejam avariados é devolvido ao consumidor um novo pacote pré-franquiado sem qualquer custo, para uma posterior reciclagem de outro tinteiro.No nosso país a maior parte das empresas faz a recolha periódica dos consumíveis nas instalações do cliente (quando a quantidade assim o justifica) e a sua devolução após a reciclagem. Este tipo de abordagem do problema não permite o acesso da generalidade do mercado doméstico a este tipo de reaproveitamento, passando a solução pela criação de serviços semelhantes ao da Comtek ou pela aquisição dos consumíveis vazios ,sua reciclagem/regeneração e venda nos mesmos locais de aquisição de consumíveis novos.

Fonte:www.naturlink.pt
Publicada por Ana Sofia nº4

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Vejam Aqui ZARCOFRANCE

Este Blog foi criado na antiga escola do Leonardo Calçada. Vejam o intercâmbio realizado no Funchal entre a escola Gonçalves Zarco e o lycée de Saint Exupéry e um outro liceu do qual o Leonardo já não se recorda do nome.

ZARCOFRANCE

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Acerca do Ambiente


Tema: "Ambiente".

Eu julgo que as pessoas devem fazer o seu máximo para melhorar o ambiente, como por exemplo dar boleia aos colegas de trabalho para que não venha cada um deles no seu carro e gastando 5 vezes mais gasolina.
O governo também podia incentivar, dando dinheiro (como nos Estados Unidos da América) pela quantidade de material reciclado; com isso as pessoas, especialmente crianças que quisessem ganhar dinheiro, eram levadas a colaborar. Assim a quantidade de lixo urbano iria diminuir, a cidade iria ficar mais bonita, as pessoas ficavam felizes e a taxa de material reciclado iria crescer.
Também seria bom que as pessoas usassem mais os transportes públicos: nos espaços públicos devia-se favorecer a utilização de bicicletas, não só emprestando-as como também criando sítios para guardar as bicicletas com segurança. Como há em cidades como Londres e Sevilha. Para as pessoas que não gostam de bicicletas, o governo poderia incentivá-las a usar combustíveis alternativos ou veículos movidos a electricidade, colocando mais postos de biodiesel ou onde carregar a bateria dos veículos movidos a electricidade.
(...) Concluo que para um mundo menos poluído não é só preciso a ajuda dos governos: cada pessoa tem de tentar mudar os seus hábitos no sentido de poupar energia.

Posted by António nº5 at 22:03

sábado, 4 de outubro de 2008

O que é que se passa, afinal, com a Economia Global?


Ao fazermos uma análise aos acontecimentos destes últimos dias no que respeita à Economia Global do nosso Planeta, realizada com alguma atenção nas aulas de Formação Cívica, notámos que a turma não se encontra muito informada sobres estas questões de Dinheiros.

As relações económicas, o que é ou como funcionam as bolsas ou, até, como é que se paga com cartão de crédito.
O que são os juros e para que servem os empréstimos se as pessoas acabam por pedir mais do que aquilo que podem pagar.

Nas próximas aulas de Formação Cívica vamos tentar desvendar alguns destes mistérios e sondar as causas desta tão falada Crise Económica.

Por muito que a todos custe, temos de saber lidar com o Dinheiro e aprender os mais correctos hábitos de Consumo.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O AMBIENTE



O tema da nossa Área Projecto este ano é quase exclusivamente dedicado ao ambiente.
A rtp2 tem vindo a passar aos domingos, pelas 21.00h, um óptimo documentário dedicado ao Planeta e às questões ambientais relacionadas com tudo aquilo que a ele lhe diz respeito, e a todos nós enquanto seres vivos que nele habitam.
Aqui deixamos um pouco daquilo que na última aula observámos sobre as questões relacionadas com o desaparecimento dos grandes Glaciares e do desaparecimento do gelo no Ártico e na Antártida.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

BLOG de Badminton - Desporto escolar - NOVIDADE

O professor Nuno Lima está a "criar" um espantoso local na rede, um blog de desporto escolar da modalidade de badminton. Não te esqueças de o ir visitando.