segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O AMBIENTE



O tema da nossa Área Projecto este ano é quase exclusivamente dedicado ao ambiente.
A rtp2 tem vindo a passar aos domingos, pelas 21.00h, um óptimo documentário dedicado ao Planeta e às questões ambientais relacionadas com tudo aquilo que a ele lhe diz respeito, e a todos nós enquanto seres vivos que nele habitam.
Aqui deixamos um pouco daquilo que na última aula observámos sobre as questões relacionadas com o desaparecimento dos grandes Glaciares e do desaparecimento do gelo no Ártico e na Antártida.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

BLOG de Badminton - Desporto escolar - NOVIDADE

O professor Nuno Lima está a "criar" um espantoso local na rede, um blog de desporto escolar da modalidade de badminton. Não te esqueças de o ir visitando.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

REUNIÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

Vem o Director de Turma, por este meio, informar que está marcada a reunião com os Pais e Encarregados de Educação da Turma para a próxima 6ª Feira, dia 19 de Setembro, pelas 18.30 na sala BCN.
Um óptimo Ano Lectivo para todos e até breve.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

NOVO ANO LECTIVO!


Bem-vindos sejam todos ao novo ano lectivo 2008 - 2009.


Saudamos todos os protagonistas de mais um novo ano escolar que hoje se inicia.


A tarefa de quem ensina e de quem é ensinado torna-se cada vez mais complexa e desgastante.

As exigências de alegada "excelência", preconizada por uma Sociedade comandada por valores de meritocracia, começa a criar as raízes para que as pessoas se tornem cada vez mais individualistas e preocupadas com as questões secundárias na construção do seu carácter e da sua formação!

Aos professores de hoje, exige-se ensinar, educar mas, acima de tudo, organizar e orientar as ideias nos alunos para que estes se tornem verdadeiros cidadãos, conscientes da sua imensa capacidade em atingirem o objectivo supremo que todos nós, enquanto seres humanos, deveriamos procurar atingir:


  • A capacidade de sermos Felizes!

Para todos aqueles que hoje iniciam mais uma etapa na construção do futuro do nosso planeta, façam o favor de ser FELIZES!


o Director de Turma:João Santos

terça-feira, 1 de julho de 2008

ENTREGA DAS AVALIAÇÕES DE FINAL DE ANO!

As avaliações serão entregues aos encarregados de educação, no dia 1 de Julho, terça-feira, pelas 15.ooh na sala B2.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Mensagem Final de Encerramento do Ano Lectivo


Este ano lectivo acabou! Passou, como todos os outros, muito depressa, apesar de, por vezes, ser lento no seu percurso. Esta última semana, por exemplo, foi muito lenta no seu passar.

Só iremos estar nesta nossa escola mais um ano, um apenas, para depois seguirmos com as nossas vidas fora da Eugénio. Ainda falta, mas como o tempo passa a correr, vai ser rápido estarmos aqui daqui a um ano, a escrever as despedidas finais de 3º ciclo!

Achámos que este ano lectivo teve momentos de "seca", deviamos ter tido mais momentos de interrupção lectiva, mais tempo de férias e mais tempo de intervalo entre as diferentes aulas.

Não devia existir a sala de estudo.

As visitas de estudo foram poucas mas boas!

Para o ano queremos uma visita de estudo a Andorra ou a Barcelona.

Ainda não sabemos se a turma se vai manter assim, unida, com todos os seus membros, pois as opcções que iremos escolher para o ano podem implicar mudança na sua constituição. Esperemos que assim não aconteça, mas se tiver de ser...

Este ano portámo-nos um bocadinho pior do que o ano passado, mas a culpa foi dos rapazes, que estão a passar a fase complicada da idade da adolescência!

As meninas da turma foram muito mais bem comportadas e são muito mais bonitas que os meninos, que cheiram mal dos pés!!!

Encontrámos e fizémos novos amigos, crescemos todos mais um bocadinho, e cá estaremos para o próximo ano lectivo!!!

Esperemos que todos passem de ano!!!!

ATÉ BREVE.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A descer o Mondego



Na passada sexta-feira, dia 30 de Maio, a turma rumou em direcção a Penacova, onde nos aguardava uma aventura nàutica no âmbito do Projecto Curricular de Turma. A disciplina de Educação Física, com o contributo de Área de Projecto, aliaram-se para proporcionar esta descida do rio Mondego, na companhia dos professores Nuno Lima de Ed. Física e do Director de Turma e professor de Área de Projecto, professor João Santos.
Os alunos consideraram a descida do rio Mondego uma actividade divertida, saudável, atlética, molhada, só tendo sido pena ter acabado tão depressa.
Ficaram cheios de vontade de, para o próximo ano lectivo, voltar a repetir a façanha.

sábado, 31 de maio de 2008


O entusiasmo que a população de Viseu manifestou na chegada dos jogadores ao hotel em que estão concentrados repetiu-se no primeiro treino público.
A Câmara Municipal havia distribuído dois mil convites, mas houve um princípio de tumulto e outras duas partes do estádio foram abertas. Resultado: mais de 6 mil aplaudiram seus ídolos.

"Portugal, Portugal, Portugal"
E isso foi antes de o público gritar incansavelmente "Portugal, Portugal" durante quase todo o treino, acompanhado por muitas crianças com bandeiras do país.

JOVENS APOSTAS:
"Agora não estou preocupado em jogar ou não, apenas em trabalhar e ajudar a equipa", afirmou o guarda-redes Rui Patrício, 20 anos, um dos onze jovens convocados por Scolari e que ainda não participaram de competição oficial pela selecção.

UMA EQUIPA DE JOVENS:
Rui Patrício é titular do Sporting de Lisboa, que venceu a Taça de Portugal no último domingo contra o FC Porto. No entanto, na selecção, é considerado o terceiro guarda-redes, depois de Ricardo (Betis Sevilha) e Quim (titular do Benfica).

A questão dos jovens convocados tem sido reiterada aos mais experientes a cada oportunidade. O meio-campista Deco, na chegada à concentração na segunda-feira, deu a resposta mais interessante até agora: "Hoje, jogador jovem não quer dizer que seja inexperiente. Eles começam mais cedo e estão habituados a grandes competições com seus clubes".

R&c@RD0 nº18

Número de vítimas do terramoto na China supera os 30 mil mortos

Seis dias após o terramoto que abalou o sudoeste da China, a situação está longe de estar controlada. Quase uma dezena de réplicas voltou a ser sentida na província do Sichuan, dificultando as operações de resgate de vítimas e aumentando a inquietação quanto à resistência das barragens e instalações nucleares na região. As autoridades chinesas falam já de mais de 32 mil mortos confirmados e de 220 mil feridos. Dez mil pessoas poderão estar ainda soterradas sob os escombros, em várias cidades. Para os cerca de 5 milhões de desalojados a situação é igualmente difícil. A previsão de chuvas torrenciais e o risco de aluimento de terras ameaça os refúgios de fortuna montados pela protecção civil. A água potável e os mantimentos continuam a escassear nas zonas rurais, onde o terramoto terá devastado mais de 30 mil hectares de terrenos. As agências humanitárias alertam agora para o risco de epidemias. Nas televisões chinesas a atenção é concentrada antes de mais no salvamento de vítimas, nas últimas horas, e no trabalho do exército e das autoridades. Nem uma palavra sobre as acusações de corrupção contra o governo regional, depois do desmoronamento de mais de 7 mil escolas e edifícios públicos. A tragédia na China marca um parêntesis nos protestos tibetanos contra os jogos olímpicos. Centenas de monges budistas juntaram-se no Nepal para rezar pelas vítimas do terramoto.

Alexandra

Cruz Vermelha responde às catástrofes da China e Birmânia

Situação na Birmânia:

No passado dia 2 de Maio, o ciclone Nargis com ventos de 190km/h (categoria 4 na escala Saffir-Simpson) passou sobre o oeste-sudoeste de Yangon, na Birmânia, devastando grande parte da zona central e sul do país.

Segundo Bridget Gardner, Coordenadora de Emergência da Federação Internacional das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) – e a primeira oficial de ajuda internacional a visitar a zona do desastre com autorização do governo da Birmânia –, a situação no delta Irrawaddy devastado pelo ciclone é “esmagadora.” O nível de destruição e perda é enorme. Cerca de 95% das casas nas zonas costeiras deste delta foram destruídas. As necessidades mais urgentes são de abrigo, água potável, alimentos e material de primeiros socorros.

Apesar de os esforços de limpeza continuarem a bom ritmo, continuam a aumentar os casos de diarreia, dengue e malária, assim como doenças respiratórias e stress pós-traumático.

Cerca de 220 mil pessoas, das quais 80 mil terão sido directamente assistidas pela Cruz Vermelha, têm recebido materiais para se abrigarem, artigos de higiene pessoal, arroz, bidões de água, pastilhas potabilizadoras, kits familiares, redes mosquiteiras, entre outros. A 14 de Maio, 16 aviões da Cruz Vermelha já tinham aterrado em Yangon, transportando mais de 180 toneladas de ajuda humanitária, que está a ser distribuída pelos incansáveis 27.000 voluntários da Cruz Vermelha da Birmânia.

Para responder a esta crise, a FICV lançou um Apelo de Emergência no valor de 32,7 milhões de Euros para apoiar a Cruz Vermelha da Birmânia a assistir 500 mil pessoas (100 mil famílias) nos próximos 36 meses. Entretanto, os serviços meteorológicos prevêem mais chuvas severas, o que poderá vir a agravar ainda mais esta crise humanitária.

publicada por Patrícia nº3

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Como nasceu este Dia do Trabalhador.

O primeiro 1º de Maio em Portugal e no mundo

1 de Maio de 1886. Manifestação operária em Chicago termina com mortes e detenções. Três anos depois nascia o Dia do Trabalhador.
No século XIX, a pujança da “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhadores a condições desumanas de laboração. A necessidade de se produzir o máxima ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos. As organizações sindicais eram incipientes e perseguidas pelas autoridades policiais.
Em 1864 é criada a Primeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres. A iniciativa surge num contexto de união entre líderes sindicais e activistas socialistas com vista a dar voz às lutas dos trabalhadores e às nações oprimidas. A esta associação se chamou mais tarde a Primeira Internacional Socialista que duraria sete anos. As divisões ideológicas entre as várias facções (sindicalistas, anarquistas, socialistas, republicanos e democratas radicais, entre outras) puseram fim à agremiação, mas deixaram mais explícitas as reivindicações e propostas pelas quais os trabalhadores se deveriam debater.A redução da jornada de trabalho para as 10 horas diárias era uma delas.
Os objectivos saídos desta Internacional tiveram eco no IV Congresso da American Federation of Labor, em Novembro de 1884. As negociações, sucessivamente falhadas com as entidades patronais, fizeram das cidades operárias um barril de pólvora pronto a explodir. Até que, em 1886, no dia 1 de Maio, teve início uma greve geral com a adesão de mais de 1 milhão de trabalhadores em todo o território norte-americano. A reacção a esta paralisação foi violenta.
Na cidade de Chicago a repressão policial foi especialmente dura. Ao quarto dia de manifestações (dia 4 de Maio) explodiu uma bomba entre a multidão matando dezenas de trabalhadores e alguns polícias. Deste incidente resultou a prisão de oito líderes do movimento. Quatro foram condenados à morte por enforcamento e os restantes a prisão perpétua. Em 1890, o Congresso americano vota a lei que estabelece a jornada de oito horas de trabalho e três anos mais tarde, depois da reabertura do processo que levou à condenação dos oito operários, conclui-se que a bomba que explodiu em Chicago tinha sido colocada pela própria polícia.

O luto fortaleceu a luta
Três anos depois da condenação dos que ficaram conhecidos como os “Mártires de Chicago” as repercursões sentiram-se na europa. Assim, em 1889, a Segunda Internacional Socialista decidiu, em Paris, proclamar o 1º de Maio como o Dia do Trabalhador em memória dos que morreram em Chicago.
Curiosos são os títulos de alguns jornais americanos a propósito das manifestações dos trabalhadores. O “Chicago Tribune” dizia na altura: “A prisão e os trabalhos forçados são a única solução adequada para a questão social”. O New York Tribune seguia a mesma linha: “Estes brutos só compreendem a força, uma força que possam recordar por várias gerações”. De sublinhar que nos EUA o chamado Labor Day festeja-se a 3 de Setembro e não a 1 de Maio.

Em Portugal
A decisão da Comuna de Paris, de decretar o 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador teve repercursões no nosso país. Diz-nos José Mattoso (in História de Portugal, vol. 5), que houve um reforço da luta do movimento operário português em finais do séc. XIX sendo "em torno da associação e da greve que gravita o próprio movimento operário". Entre 1852 e 1910 realizaram-se 559 greves no nosso país. A subida dos salários, a diminuição da jornada de trabalho e a melhoria das condições de laboração eram as principais exigências dos operários.
Mas, segudo o mesmo autor, o movimento operário alcançava grande força quando "aquelas (associações) a que hoje chamaríamos propriamente «sindicatos» se juntavam com as recreativas, as de socorros mútuos e os centros políticos". Tal ficou demonstrado no 1º de Maio de 1900 que juntou em Lisboa cerca de 40 mil pessoas, numa altura em que "as classes médias ainda viam as organizações de trabalhadores com alguma simpatia".
Durante a I República não se deixou de festejar o Dia do Trabalhador, mas sublinhe-se que um dos primeiros diplomas aprovados, com a instituição do novo regime, dizia respeito ao estabelecimento dos feriados nacionais e destes não constava o dia do trabalhador. Em 1933 é decretada a "unicidade sindical" e o "controle governamental dos sindicatos" esmorecendo um movimento operário que só ganharia novo ânimo na década de 40. Durante o Estado Novo as manifestações no Dia do Trabalho (e não do Trabalhador) eram organizadas e controladas pelo Estado.

O primeiro 1º de Maio celebrado em Portugal depois do 25 de Abril foi a maior manifestação alguma vez organizada no país. Só na cidade de Lisboa juntaram-se mais de meio milhão de pessoas. Para muitos, foi a forma dos portugueses demonstrarem a sua adesão ao 25 de Abril, que uma semana antes restituía ao país a democracia.

Liliana Filipa Silva
in http://jpn.icicom.up.pt/2004/04/30/o_primeiro_1_de_maio_em_portugal_e_no_mundo_.html

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Portugal, Lisboa. Revolução de 25 de Abril de 1974


imagens de época -Momentos Históricos -VITÓRIA...VITÓRIA

34 anos de 25 de Abril...

























Entrevista exclusiva do capitão Salgueiro Maia à revista Fatos e Fotos (1974).







VIVA A LIBERDADE!!!

quarta-feira, 23 de abril de 2008


Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Ginástica Rítmica

Ginástica Rítmica é um desporto olímpico. Exclusivamente feminino, mas existem também algumas competições de Ginástica Rítmica (especialmente no Japão e nos Estados Unidos da América) só para homens.
Durante sua apresentação as ginastas competem manipulando obrigatoriamente cinco aparelhos: Arco, Bola, Corda, Fita e Maças. As competições podem ser individuais ou entre conjuntos de cinco atletas. A vencedora é a ginasta/conjunto que conquistar mais pontos, que lhes são atribuídos por um painel de jurados que se utiliza dos critérios saltos, equilíbrio, flexibilidade, piruetas, manuseio do aparelho e efeito artístico.
O órgão regulador do desporto, a FIG (Fédération Internationale de Gymnastique), alterou os critérios de pontuação em 2001, 2003 e 2005 para aumentar a ênfase em elementos técnicos e reduzir a subjectividade dos julgamentos. Antes de 2001, o julgamento era feito numa escala de 10 pontos, como o da Ginástica artística. Em 2003 foi alterada para uma escala de 30 pontos e mais recentemente para 20. Existem ainda três valores que são adicionados aos pontos finais: valor técnico, valor artístico e valor de execução.
As competições internacionais são divididas entre Júnior (meninas até 15) e Sénior (meninas de 16 ou mais). As ginastas geralmente começam a treinar muito jovens e têm seu auge no fim da adolescência e início dos 20 anos. Os maiores eventos da GRD são os Jogos Olímpicos, o Campeonato Mundial, o Campeonato Europeu e o Torneio Internacional de Corbeil-Essonnes.

Ana Sofia nº4

Lançamento do martelo

O lançamento do martelo é uma modalidade olímpica de atletismo. O desporto é baseado no lançamento de martelos propriamente ditos, que foram entretanto trocados por bolas de metal presas por um cabo de arame pesando que termina numa pega ou alça.

Regras
O martelo pesa 7,26kg na prova dos homens e 4kg nos eventos femininos. O conjunto bola, arame e alça, formam uma unidade de com comprimento máximo de 1,2 m. A base de lançamento da prova é um círculo de 2,1 m de diâmetro, geralmente rodeado por uma rede que protege a audiência. Segurando a alça com as duas mãos e mantendo os pés imóveis, o atleta faz a bola girar três ou quatro vezes, num círculo que passa por cima e por baixo da sua cabeça. Quando o martelo alcança velocidade, o lançador gira sobre si próprio duas ou três vezes para acelerar mais a bola e logo a solta para cima e para frente. Se o martelo cai no terreno dentro de um ângulo de 90 graus, o arremesso é considerado válido.

O regulamento moderno da prova foi elaborado em 1887 em Inglaterra. O lançamento do martelo estreou nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1900, com a presença de cinco competidores. O vencedor foi John Flanagan, um imigrante escocês naturalizado estado-unidense, que tinha conseguido o recorde mundial em 1895, quando ainda morava nas Ilhas Britânicas. Flanagan, que ganhou três medalhas de ouro consecutivas nos Jogos Olímpicos, é considerado o pai do desporto. O evento de senhoras estreou-se nos Jogos de Sydney em 2000. A primeira campeã olímpica foi Kamila Skolimowska da Polónia. Entre 1956 e 1992, a modalidade foi dominada por atletas do Bloco de Leste, que só falharam quatro das medalhas olímpicas atribuídas neste período.
O desporto antecessor mais antigo do actual arremesso do martelo, que se conhece, era praticado pelos escoceses durante os Highland Games, disputados anualmente durante séculos pelos clãs das terras altas. Nestes jogos, que incluíam desporto e jogos tradicionais, se disputavam exigentes torneios atléticos e o arremesso do martelo era um dos pontos altos das festividades. O rudimentar martelo escocês consistia em uma bola de ferro amarrada a um corrente.
O primeiro recorde do mundo oficial pertenceu a Patrick Ryan, dos Estados Unidos, com a marca de 57,77 metros. O recorde actual de 86,74 tem já vinte anos de idade e pertence a Yuriy Sedykh, da antiga União Soviética.

Joao Santos nº11

POLUIÇÃO

publicado por Rita Laezza nº19


domingo, 13 de abril de 2008


Jogos Olímpicos
Origem:


Os antigos gregos não tinham fins-de-semana para o lazer, trabalhavam todos os dias, excepto nos mais de 50 feriados religiosos e eventos desportivos, onde se destacavam os Jogos Olímpicos. Originalmente conhecidos como Festival Olímpico, faziam parte dos quatro grandes festivais religiosos pan-helénicos celebrados na Grécia Antiga e eram assistidos por pessoas vindas de todas cidades-estado que formavam o mundo grego. Os outros festivais eram o Pítico, O Ístmico e o Nemeu. Originado na cidade de Olímpia, em homenagem a Zeus (Deus supremo da mitologia grega), o festival Olímpico era muito antigo, mas foi a partir de 776 a.C. (data da fundação dos jogos) que passou a ser feito um registo dos vencedores. Sabe-se que no dia marcado para o evento, uma forte chuva desabou sobre Olímpia, limitando as competições a uma corrida pelo estádio. Registou-se, assim, a primeira notícia de um campeão olímpico. Tratava-se do cozinheiro Coroebus de Elis, vencedor da corrida de 192,27 metros. Alguns historiadores, contudo, acreditam que as primeiras olimpíadas tenham sido bem anteriores ao feito do cozinheiro-atleta.

A bandeira:

A bandeira Olímpica simboliza a união entre os povos dos vários continentes do mundo. O fundo branco representa a paz e a amizade entre as nações competidoras e os anéis entrelaçados representam os cinco continentes: azul - Europa; preto - África; vermelho - América; amarelo - Ásia; verde - Oceânia.


Tibete: Um mês depois do início da violência, sucedem-se tentativas contra o percurso chama
Londres, Paris e São Francisco (EUA) foram algumas das cidades onde se registaram incidentes e manifestações de protesto durante a passagem da tocha, o que já conduziu ao reforço da segurança noutros países por onde deverá passar a chama olímpica.


Os incidentes no percurso da tocha olímpica em Londres e Paris provocaram um debate no seio do Comité Olímpico Internacional (COI) sobre a possibilidade de se encurtar o percurso do símbolo dos jogos (130 mil quilómetros, passando em mais de duas dezenas de países), mas a organização chinesa opõe-se.

Milhares de manifestantes contrários à política da China para o Tibete e em matéria de Direitos Humanos perturbaram o percurso da tocha olímpica em Londres e Paris nos últimos dias, protestos que Pequim considerou "desprezíveis".
Na segunda-feira, a organização do percurso da tocha na capital francesa foi obrigada a cancelar a última parte do trajecto depois de vários manifestantes terem tentado impedir os atletas de carregar a tocha e apagar a chama com água.A China ignorou, entretanto, as manifestações de activistas contra a passagem da chama olímpica pelo Tibete, insistindo que ela vai manter o percurso planeado e passará no território, segundo afirmou um representante comunista chinês da região.Pessoalmente, penso que os Jogos Olímpicos não deviam ser usados para resolver assuntos políticos porque, como já antes disse, estes foram realizados para que houvesse momentos de descontracção e de lazer no quotidiano das populações e também para realçar a união das populações de todo o mundo.

Publicada por Patrícia nº3



Terça-feira, 1 de Abril de 2008
Dia das Mentiras

Há muitas explicações para o 1 de Abril ter se transformado no Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.Em 1564, depois da adopção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de Janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de Abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de Abril".No Brasil, o 1º de Abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efémera, lançado em 1º de Abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de Setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de Abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Publicada por Joana nº10



Domingo, 30 de Março de 2008
Back to school

E é nesta altura que tudo volta ao normal, as mesmas rotinas, as mesmas aulas, os mesmos professores, a mesma escola.

É tempo de tirar as mochilas dos armários, os livros e cadernos das estantes e a vontade de aprender de dentro de nós.

Amanhã é o primeiro dia de aulas, reencontros, conversas e sorrisos.

De certa forma é bom voltar ao habitual :)
Publicada por Sofia nº22 em Domingo, Março 30, 2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

Os Pais estiveram hoje na escola!


Hoje o Director de Turma entregou as avaliações do 2º Período, falou com os Encarregados de Educação e a todos desejou e deseja uma PÁSCOA FELIZ!

Até Breve!



imagem retirada
do blog do Tomás nº23

muitas amêndoas, coelhos e
ovinhos de chocolate...

terça-feira, 18 de março de 2008

Últimos trabalhos de Educação Visual. À la Wharol...

Andy Wharol criou em 1960 várias imagens de "produção em massa", serigrafias de figuras famosas, dos quais muito célebres se relembram, entre outras, as de Marilyn Monroe, Elvis Presley ou Jackie Onassis.
Tendo como ideia a criação de trabalhos idênticos à filosofia de Andy Wharol, a turma executou trabalhos em POP ART com retratos dos colegas posteriormente trabalhados em computador.
FICARAM CATITAS!!