domingo, 13 de abril de 2008


Jogos Olímpicos
Origem:


Os antigos gregos não tinham fins-de-semana para o lazer, trabalhavam todos os dias, excepto nos mais de 50 feriados religiosos e eventos desportivos, onde se destacavam os Jogos Olímpicos. Originalmente conhecidos como Festival Olímpico, faziam parte dos quatro grandes festivais religiosos pan-helénicos celebrados na Grécia Antiga e eram assistidos por pessoas vindas de todas cidades-estado que formavam o mundo grego. Os outros festivais eram o Pítico, O Ístmico e o Nemeu. Originado na cidade de Olímpia, em homenagem a Zeus (Deus supremo da mitologia grega), o festival Olímpico era muito antigo, mas foi a partir de 776 a.C. (data da fundação dos jogos) que passou a ser feito um registo dos vencedores. Sabe-se que no dia marcado para o evento, uma forte chuva desabou sobre Olímpia, limitando as competições a uma corrida pelo estádio. Registou-se, assim, a primeira notícia de um campeão olímpico. Tratava-se do cozinheiro Coroebus de Elis, vencedor da corrida de 192,27 metros. Alguns historiadores, contudo, acreditam que as primeiras olimpíadas tenham sido bem anteriores ao feito do cozinheiro-atleta.

A bandeira:

A bandeira Olímpica simboliza a união entre os povos dos vários continentes do mundo. O fundo branco representa a paz e a amizade entre as nações competidoras e os anéis entrelaçados representam os cinco continentes: azul - Europa; preto - África; vermelho - América; amarelo - Ásia; verde - Oceânia.


Tibete: Um mês depois do início da violência, sucedem-se tentativas contra o percurso chama
Londres, Paris e São Francisco (EUA) foram algumas das cidades onde se registaram incidentes e manifestações de protesto durante a passagem da tocha, o que já conduziu ao reforço da segurança noutros países por onde deverá passar a chama olímpica.


Os incidentes no percurso da tocha olímpica em Londres e Paris provocaram um debate no seio do Comité Olímpico Internacional (COI) sobre a possibilidade de se encurtar o percurso do símbolo dos jogos (130 mil quilómetros, passando em mais de duas dezenas de países), mas a organização chinesa opõe-se.

Milhares de manifestantes contrários à política da China para o Tibete e em matéria de Direitos Humanos perturbaram o percurso da tocha olímpica em Londres e Paris nos últimos dias, protestos que Pequim considerou "desprezíveis".
Na segunda-feira, a organização do percurso da tocha na capital francesa foi obrigada a cancelar a última parte do trajecto depois de vários manifestantes terem tentado impedir os atletas de carregar a tocha e apagar a chama com água.A China ignorou, entretanto, as manifestações de activistas contra a passagem da chama olímpica pelo Tibete, insistindo que ela vai manter o percurso planeado e passará no território, segundo afirmou um representante comunista chinês da região.Pessoalmente, penso que os Jogos Olímpicos não deviam ser usados para resolver assuntos políticos porque, como já antes disse, estes foram realizados para que houvesse momentos de descontracção e de lazer no quotidiano das populações e também para realçar a união das populações de todo o mundo.

Publicada por Patrícia nº3



Terça-feira, 1 de Abril de 2008
Dia das Mentiras

Há muitas explicações para o 1 de Abril ter se transformado no Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.Em 1564, depois da adopção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de Janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de Abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de Abril".No Brasil, o 1º de Abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efémera, lançado em 1º de Abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de Setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de Abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Publicada por Joana nº10



Domingo, 30 de Março de 2008
Back to school

E é nesta altura que tudo volta ao normal, as mesmas rotinas, as mesmas aulas, os mesmos professores, a mesma escola.

É tempo de tirar as mochilas dos armários, os livros e cadernos das estantes e a vontade de aprender de dentro de nós.

Amanhã é o primeiro dia de aulas, reencontros, conversas e sorrisos.

De certa forma é bom voltar ao habitual :)
Publicada por Sofia nº22 em Domingo, Março 30, 2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

Os Pais estiveram hoje na escola!


Hoje o Director de Turma entregou as avaliações do 2º Período, falou com os Encarregados de Educação e a todos desejou e deseja uma PÁSCOA FELIZ!

Até Breve!



imagem retirada
do blog do Tomás nº23

muitas amêndoas, coelhos e
ovinhos de chocolate...

terça-feira, 18 de março de 2008

Últimos trabalhos de Educação Visual. À la Wharol...

Andy Wharol criou em 1960 várias imagens de "produção em massa", serigrafias de figuras famosas, dos quais muito célebres se relembram, entre outras, as de Marilyn Monroe, Elvis Presley ou Jackie Onassis.
Tendo como ideia a criação de trabalhos idênticos à filosofia de Andy Wharol, a turma executou trabalhos em POP ART com retratos dos colegas posteriormente trabalhados em computador.
FICARAM CATITAS!!





terça-feira, 4 de março de 2008

A Visita de estudo em imagens


Fomos muito bem recebidos no Palácio de Queluz.

Vamos aqui colocar uns bonitos vídeos da nossa visita de estudo.


Vídeo 1 - Recepção em Queluz por Cravista
tocando música de época
.


Vídeo 2 - A "nossa" princesa Sofia experimentando
vestuário faustoso com Aia de companhia.



Vídeo 3 - O Príncipe recebe lições do Real Tutor



Vídeo 4 - Momento Musical


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

VISITA DE ESTUDO É JÁ PARA A SEMANA.

Palácio Nacional de Queluz

Integrado no Projecto Curricular da nossa Turma, vamos de visita de estudo a Sintra, ao Palácio Nacional de Sintra e ao Palácio Nacional de Queluz.

Aqui estarão todas as informações que iremos recolher, fotos e relatos em primeira mão das memórias da visita e do impacto que ela nos provocará.

Aprender, aprender e aprender... para podermos crescer!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Trabalhos sobre Sólidos Platónicos de EV - falta apenas o da Laura - Carla

PORCO-ESPINHO
Alexandra nº2 - Sofia nº22



OVNI
Vanessa nº24



ET DA IMAGINAÇÃO
Luísa Frutuoso nº14 - Rita Laezza nº19



REPÊNDULO
Ricardo nº18 - Rui nº21



ABELHÃO - "BIG-BEE"
Inês nº9 - Manuel nº15



CINZENTO EM C MAIOR
António nº5 - Pedro nº 17



COISA
Francisco nº8 - João Santos nº11



ECOSSISTEMA - "ESPESP"
João Fragoso nº12



ainda sem nome
Patrícia nº3 - Joana nº10



FILINHA INDIANA
Afonso Paiva nº1



DOZE PRIMAVERAS
Beatriz nº6



ACABADO DE SAIR DO OVO
Ana Sofia nº4



QUATRO EM UM
Tomás nº23 - Luísa Ramires nº16



DIAMANTE
Rita Garcia nº20



e para acabar fica aqui uma transformação fotográfica de um pormenor do trabalho intitulado ET da IMAGINAÇÃO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Festejar São Valentim - Com Sonetos de AMOR...


O amor

Amor é couro e linha castanha
É casca, polpa, caroço
É tripa, pele, entranha,
É feijão, fava, tremoço

O amor não cheira a nada
Não se sente cheiro, pronto
Não existe fragrância encontrada
E quem o cheira ou é parvo ou é tonto

O amor é uma casa cor-de-rosa
Com um jardim e três pisos
Com uma proprietária rude e impiedosa

É uma porta de madeira em contraplacado
São gritos, lágrimas, choros e risos
é um tesouro perdido e encontrado




Amor é plástico,
Borracha, silicone e PVC
É algo misterioso e fantástico
É invisível mas não se vê

Amor é frasco sem tampa
Conteúdo feliz e liberto
Sepultura sem campa
Um futuro incerto

Amor é reacção instantânea
É eosina e álcool
É acetona e solução cutânea

Amor é como apagador com giz
É uma união tão forte como o Sol
Um final bonito mágico e feliz

Afonso nº1


Os meus dois Sonetos de Amor

O amor (1)

O amor é inexplicável e
muito difícil de compreender
é um sentimento indispensável
complicado de aceder.

O amor deixa-nos sonhar
e a pensar na vida
pois é difícil de agarrar
talvez a nossa coisa mais querida

Amor é difícil de descrever
sem palavras para explicar
pois é bonito de mais para conhecer.

O amor provoca uma confusão de pensamentos
e é um sentimento muito difícil de controlar
mas pode proporcionar agradáveis momentos

O amor (2)

O amor não se vê
o amor não se diz
o amor é o quê?
que me faz tão feliz

O amor move montanhas,
o amor traz alegria,
dá origem a grandes façanhas,
transforma a noite em dia

Mas que amor é este?
tão simples e tão complicado
foi tão pouco que me deste

mas que logo germinou,
sorriso envergonhado,
em amor se tornou.

Ana Sofia nº4


Love

Era uma vez o amor,
Uma coisa confusa,
Nem é explicável por professor,
É preciso uma musa.

O amor é um vidro,
Transparente e lúcido,
O amor é um tiro,
Que nunca fica pútrido.

O amor é estranho,
Difícil de entender,
Duro como estanho.

O amor é uma pedra,
Difícil de se perder,
E suave como seda.


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Amour é em Francês,
Em português é amor,
Não sei quem o fez,
Devia ter um tumor.

Não sei o que escrever,
Amor é complicado,
Não sei se o devo dizer,
Mas gosto de ser amado.

Amor tem um sabor confuso,
E difícil de saborear,
Tal e qual a água do luso.

Amor é difícil,
Não e razão para matar,
Nem sequer com um míssil.

António nº5


Morte, Amor e Flores

Que morte não me trama
Pois vivo estou para viver
Que morte não me ama
Pois vivo e vivo é crescer

Que as flores do prado resistiram
Pois por amor não se morre
Que nem vento nem chuva o levaram
pois preso está e não corre

Amar agarrado
Por raízes imóvel
Amar, prostrado

Amar do outro lado
Nem por sombras, estável
Amar sim (ou não) [mas] nunca fechado

João Fragoso nº12


S. Valentim

o seu cabelo, é como brisa do mar
a sua boca parece espinhos de rosa
que estranha maneira de olhar!
que pele tão sedosa

o seu corpo delicioso
mistura-se com o seu olhar
vai ser tão maravilhoso
de cada vez que lhe tocar.

Abraçá-la
beijá-la
tê-la dentro de mim.

Olha-me
toca-me
como se fosse o nosso fim.

Manuel Mendes nº15

sábado, 2 de fevereiro de 2008

O nosso AP nº6 ESPECIAL CARNAVAL

Bem fresquinho e cheio de óptimas novidades e curiosidades sobre esta louca e festivaleira quadra que agora festejamos! Mais um número cuidado e muito COLORIDO do nosso AP!